Saiba como funcionam os alarmes automotivos

Saiba mais sobre o funcionamento e quais são os diferentes modelos desse importante instrumento de segurança

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O número de furtos e roubos de carro tem aumentado significativamente em nosso país. Diante disso, a procura por meios de elevar a segurança dos veículos também cresceu bastante, sendo que um dos equipamentos mais procurados são os alarmes automotivos.

Hoje vamos falar mais sobre o funcionamento e os diferentes modelos desse importante instrumento de segurança. Confira aqui para aprender mais sobre o assunto!

Funcionamento

Os alarmes automotivos possuem sensores para detectar movimentos inadequados – como abertura de portas e janelas quebradas – além de um receptor para ligar e desligar o equipamento por controle remoto, uma bateria auxiliar para que continue a funcionar mesmo que a bateria principal seja desconectada, uma unidade de controle – responsável por monitorar tudo, e uma sirene.

O sinal captado pelos sensores é enviado à unidade de controle, que verifica se esse sinal representa algum sinistro ou não. Se o sinistro for detectado, a central faz com que a sirene dispare.

Tipos de sensores

Existem alguns tipos de alarmes automotivos diferentes, sendo que cada um deles protege seu veículo de uma forma própria. Para escolher o que melhor atende suas necessidades, entenda os modelos:

Perimétrico

A ativação do alarme é controlada pela abertura indevida de portas. Entretanto, não são todos os alarmes desse tipo que indicam a abertura inadequada do porta malas nem do capô do carro.

Alguns ladrões já conseguem driblar esse sensor entrando no carro pelo porta malas, podendo furtar objetos que estejam no bagageiro, como o caso dos estepes, em grande parte dos veículos.

Esse tipo de alarme também não acusa quando algum vidro do carro é quebrado. Com o acesso pelas janelas, o ladrão pode roubar os pertences que estão no interior do veículo.

Volumétrico

Esse tipo de alarme utiliza um sensor de ultrassom para emitir ondas sonoras no interior do veículo. Possui dois componentes, um que funciona como “auto-falante” e o segundo como “microfone”.

O auto-falante emite as ondas sonoras. Quando o veículo está fechado, o padrão dessas ondas não muda, e o microfone reconhece esse padrão.

Entretanto, quando alguma porta é aberta indevidamente, ou alguma janela tem o vidro quebrado, o formato das ondas recebidas pelo microfone muda. Quando o microfone percebe a mudança de padrão, emite um sinal para disparar o alarme.

Sensor de choque

Muitas vezes, os ladrões não querem furtar algum objeto dentro do carro, mas sim o próprio veículo. Para isso, eles podem chegar a rebocar o carro com o auxílio de um guincho, por exemplo, ou ligar o carro por conexões internas. Para esse caso específico, existem os sensores de movimento. Atualmente, só sistemas mais baratos não têm esse tipo de sensor.

Esse sensor consegue perceber qualquer movimento do carro. Se alguém bater, empurrar ou tentar mover o veículo, o sensor vai enviar um sinal e o alarme será disparado de acordo com a intensidade do movimento.

Diferença entre travamento remoto e alarme

Muitos carros saem de fábrica com o travamento de portas feito por controle na chave, sendo que alguns também fecham os vidros automaticamente pelo mesmo botão. É preciso ficar atento quanto a esse tipo de sistema: na maioria das vezes eles não possuem alarme automotivo integrado.

Acionamento do sistema

O acionamento é feito por meio de um controle remoto com um transmissor com rádio frequência. O principal objetivo desse transmissor é ligar e deligar o sistema de alarme.

O controle envia ondas de rádio para o receptor e a central do sistema interpreta as ondas. Cada alarme sai de fábrica com um algoritmo especifico, que cria sinais aleatórios, de modo que apenas o receptor de cada controle reconhece o sinal emitido.

Bloqueador veicular

Esse dispositivo é capaz de cortar o fornecimento de combustível e bloquear a ignição de um carro se o alarme automotivo disparar. O usuário envia um sinal pelo celular, fazendo com que o bloqueador atue.

Infelizmente, mesmo com toda a tecnologia disponível, nem sempre os alarmes automotivos são suficientes para evitar um roubo. O mais recomendável é contratar também um serviço de seguro automotivo. Muitas seguradoras oferecem descontos, dependendo dos acessórios de seguro que o seu carro possui.

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