4 dicas para saber a hora certa de trocar de carro

A troca de carro depende de uma série de fatores que vai além da quilometragem e idade do carro. Veja algumas dicas para se levar em consideração antes de bater o martelo

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Todos os proprietários de veículos automotivos já devem ter se perguntado, ao menos uma vez, se estava na hora de trocar de carro. Não existe uma fórmula mágica para tomar essa decisão, mas com certeza existem alguns indicativos que merecem atenção.

Neste post, selecionamos algumas dicas para que você saiba o que levar em consideração na hora de trocar de carro. Confira!

1. Desvalorização e despesas com manutenção

Com o passar dos anos, o seu carro desvaloriza, ou seja, seu valor de venda vai diminuindo. Essa desvalorização é maior nos dois primeiros anos. Mas como isso influencia na troca do carro?

Após alguns anos de uso e de quilômetros rodados, seu carro vai exigir mais manutenção. Uma dica importante: se o valor anual de gastos para manter o seu carro exceder 10% do valor de venda, talvez esteja na hora de trocá-lo.

Você pode acompanhar o valor atual do seu carro na tabela Fipe, que já explicamos como funciona. Vale a pena frisar que não necessariamente seu veículo será vendido pelo valor que consta lá. Isso varia de modelo para modelo, já que alguns têm bastante procura e desvalorizam menos, enquanto outros podem receber até propostas inaceitáveis.

2. Idas sucessivas à oficina

Se seu carro está indo para o conserto com certa frequência, a venda pode ser algo interessante. Antes de mais nada, cheque se esses problemas não são apenas falta de revisões e de cuidados.

3. Afinco ao seu carro

Algumas pessoas são muito apegadas aos seus carros, ou seja, têm muito afinco por ele, ainda mais se for seu primeiro, aquele comprado com o próprio dinheiro. Esse apego todo faz com que o proprietário tenha uma postura relutante quando se trata de trocar o carro.

De maneira geral, cinco anos é um bom tempo para se manter um carro. Após esse período, o carro fica mais suscetível a apresentar problemas, pois as peças, principalmente as de plástico e de borracha, saem do seu regime elástico para o seu regime plástico — isto é, deformam-se permanentemente.

Além disso, as peças mecânicas, que estão sujeitas a esforços dinâmicos (que envolvem movimento), possuem uma vida útil com base em número de ciclos (cada ciclo representa um movimento completo da peça). Depois de ele ser atingido, as peças podem sofrer fadiga, apresentando trincas que se propagam até torná-las inúteis.

É claro que você pode substituir essas peças, mas pense bem: um carro tem algo entre 4 e 5 mil componentes e, após cinco anos, todos eles podem apresentar problemas. Não é à toa que a maioria das marcas dão, no máximo, seis anos de garantia.

4. Indicações do mercado

Pare para perceber: o próprio mercado automotivo vai te mostrar quando é uma boa hora para trocar de carro, pois vão aparecer promoções/anúncios com impostos reduzidos, saldões, marcas retirando modelos de linha, séries especiais, valorização na compra do carro usado, etc. Tudo isso reflete não só nos carros 0km, mas também no mercado de seminovos.

Obviamente, esse conjunto de fatores deve estar alinhado à sua situação financeira, pois não adianta gastar um dinheiro que você não tem e se afogar em dívidas.

Bom, agora que você já sabe quais são os sinais, vá dar uma olhadinha no seu carro. Caso estiver pensando em trocar, veja como escolher o carro certo para você, seja ele novo ou usado.

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